SEMANA COMEÇA COM VOLTA DE CHUVAS INTENSAS E FRENTE FRIA NO SUL
De acordo com o Inmet, ao longo desta semana, as temperaturas devem cair e há um maior risco de eventos extremos
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acordo com o Inmet, ao longo desta semana,
as temperaturas devem cair e há um maior risco de eventos extremos

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), ao longo desta semana, as temperaturas devem cair e há um maior risco de eventos extremos. Isso porque o fenômeno La Niña vai perder força e a chegada de uma frente fria é esperada para o Sul do Brasil.
A previsão do Inmet é de tempo fechado até quinta-feira, dia 13, em todo o norte do país, se espalhando por áreas do Centro-Oeste e Nordeste a partir de hoje à tarde.A previsão de chuvas isoladas é válida para todo o território, mas é mais preocupante na faixa que vai do norte do Rio Grande do Sul até o litoral paulista, com possibilidade de acumulados mais expressivos e ventos intensos, e para a faixa que vai do Acre e segue por todo o litoral norte do país, até Fortaleza. Essa região está sujeita a pancadas de chuva e altos índices de umidade do ar, que em cidades como Belém (PA) terão sua mínima em 70%. Ao sul do país o tempo típico de verão abre caminho para temperaturas abaixo de 20 graus, que atingem gaúchos e catarinenses desde ontem.
O fenômeno climático La Niña, caracterizado pelo resfriamento anômalo e persistente da superfície do Oceano Pacífico Equatorial, está chegando ao fim e se aproximando de uma condição neutra, conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM). Esse fenômeno está presente desde dezembro do ano passado e tem impactado áreas cada vez menores, especialmente na segunda quinzena de fevereiro.
De acordo com o Inmet, as temperaturas da superfície do mar no Pacífico Equatorial devem continuar abaixo da média na primeira quinzena deste mês, mas a tendência é de que voltem à neutralidade em breve. A expectativa é que o fenômeno de La Niña deixe de ser registrado na região ainda neste trimestre, o que deve contribuir para o combate às queimadas durante a temporada de secas, que começa no final de abril no continente.
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