MPOX SEGUE EM CIRCULAÇÃO: SAIBA COMO OCORRE O CONTÁGIO E COMO SE PROTEGER

As formas mais comuns de infecção incluem contato direto com a pele ou lesões de pessoas infectadas

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📷 Reprodução internet

02/03/2026 ◦ Por: Priscyla Ávila

A mpox deixou de ser emergência global, mas segue em circulação. No Brasil, até fevereiro de 2026, foram registrados 90 casos, número quase três vezes menor que no mesmo período de 2025, segundo o Ministério da Saúde. Apesar da queda, o monitoramento continua. No mundo, a Organização Mundial da Saúde aponta mais de 1.300 diagnósticos em janeiro, com maior concentração na África.

 

As formas mais comuns de infecção incluem contato direto com a pele ou lesões de pessoas infectadas, relações íntimas, proximidade face a face com exposição a secreções respiratórias, uso de objetos contaminados, exposição ocupacional em ambientes de saúde ou estética e contato com animais infectados, especialmente roedores.

 

Após a exposição ao vírus, os sintomas costumam surgir entre alguns dias e até três semanas. O quadro pode variar de leve a moderado, mas exige atenção para evitar novas transmissões. Os sinais mais frequentes são lesões na pele, febre e calafrios, dores de cabeça e musculares, ínguas e cansaço intenso. As lesões podem aparecer em qualquer região do corpo. A pessoa deixa de transmitir o vírus apenas após a cicatrização completa da pele.

 

Entre as principais orientações para a prevenção estão evitar contato físico com pessoas com suspeita ou diagnóstico confirmado, não compartilhar objetos de uso pessoal, higienizar as mãos com frequência, lavar roupas e tecidos usados por pessoas infectadas, desinfetar superfícies e objetos e cumprir isolamento até o fim do período infeccioso. Em ambientes de saúde, o uso de equipamentos de proteção individual é indispensável.

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