CRUZEIRO DOMINA CAMPINAS E CONQUISTA O 10º TÍTULO DA SUPERLIGA MASCULINA

Time mineiro vence final por 3 sets a 0 no Ibirapuera, confirma o bicampeonato seguido e amplia hegemonia no vôlei nacional

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Foto: Reprodução / Rede Social

11/05/2026 ◦ Por: João Vitor Barros

O Cruzeiro é, mais uma vez, campeão da Superliga Masculina de Vôlei. Neste domingo, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, o time mineiro dominou o Campinas e venceu a final por 3 sets a 0, com parciais de 25/14, 27/25 e 25/21.

Com o resultado, a equipe celeste chegou ao 10º título da competição nacional. Além disso, confirmou o bicampeonato consecutivo e reforçou a condição de maior campeã da Superliga Masculina.

A conquista também teve sabor de revanche. Isso porque o Campinas havia vencido o Cruzeiro em duas decisões nesta temporada: no Sul-Americano e na Copa do Brasil. No entanto, na final da Superliga, o time mineiro controlou os principais momentos do jogo e não deu chances ao rival paulista.

Oppenkowski lidera o ataque celeste

O grande nome da decisão foi Oppenkowski. O oposto comandou o ataque do Cruzeiro e terminou como maior pontuador da final, com 18 acertos.

Além dele, outros nomes tiveram papel importante na vitória. O levantador Brasília distribuiu bem as jogadas e acionou diferentes opções ofensivas ao longo da partida. Dessa forma, Lucão, Rodriguinho e Willian também apareceram em momentos decisivos.

Willian, inclusive, começou como titular no lugar de Douglas Souza e correspondeu à confiança da comissão técnica. O ponteiro ajudou na recepção, marcou pontos importantes e deu equilíbrio ao sistema celeste.

Cruzeiro atropela no primeiro set

O Cruzeiro começou a partida em ritmo forte. Logo no início, Willian marcou um ace e ajudou o time mineiro a abrir 3 a 0 no placar.

O Campinas tentou reagir e encostou depois de um ace de Bruninho, deixando o set em 7 a 6. Porém, a partir daí, o Cruzeiro passou a controlar completamente a parcial.

Com Oppenkowski eficiente no ataque e forte no bloqueio, a equipe celeste abriu larga vantagem. Além disso, Brasília conseguiu variar bem as jogadas e dificultou a marcação do time paulista.

O Campinas ainda tentou mudar o cenário com entradas de Cris e Acerola, mas não conseguiu reduzir a diferença. Assim, o Cruzeiro fechou o primeiro set em 25 a 14, após ataque para fora de Adriano.

Campinas reage, mas Cruzeiro decide melhor

No segundo set, o Campinas voltou mais competitivo. A equipe paulista tentou equilibrar o jogo com os ataques de Adriano e passou a pressionar mais a recepção celeste.

Mesmo assim, o Cruzeiro seguiu à frente no placar durante boa parte da parcial. Brasília continuou distribuindo as bolas com eficiência e encontrou boas opções com Oppenkowski, Rodriguinho, Lucão e Willian.

A vantagem mineira chegou a quatro pontos, com 13 a 9. No entanto, o Campinas não desistiu. A equipe cresceu com Judson, aproveitou erros de saque do Cruzeiro e buscou o empate em 19 a 19.

Na reta final, porém, a experiência celeste pesou. O Cruzeiro manteve a calma, voltou a ser mais preciso no ataque e contou novamente com Oppenkowski para fechar o set em 27 a 25.

Título vem no terceiro set

O terceiro set começou com roteiro parecido ao da parcial anterior. O Cruzeiro voltou a abrir vantagem, desta vez com boa participação de Rodriguinho no ataque.

A equipe mineira colocou 13 a 9 no placar e, diferentemente do segundo set, não permitiu uma reação mais forte do Campinas. Além disso, o time manteve a consistência na defesa e seguiu eficiente na virada de bola.

Na reta final, o Cruzeiro administrou a vantagem e encaminhou o título. O ponto decisivo veio em ataque de Oppenkowski na linha, confirmado após desafio.

Com o 25 a 21 no terceiro set, o Cruzeiro fechou a final por 3 sets a 0 e celebrou o decacampeonato da Superliga Masculina.

Décimo título amplia hegemonia do Cruzeiro

A vitória no Ibirapuera levou o Cruzeiro ao 10º título da Superliga Masculina. Além disso, a equipe chegou a 60 conquistas desde 2010, período em que se consolidou como uma das maiores forças do vôlei mundial.

O Campinas, por outro lado, encerrou a temporada sem a chamada “quádrupla coroa”. O time paulista havia conquistado o estadual, o Sul-Americano e a Copa do Brasil, mas parou novamente diante do Cruzeiro na decisão da Superliga.

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