FILHA DE FUNDADOR DO HAMAS DIZ QUE TEVE VIDA TRANSFORMADA APÓS ENCONTRO COM JESUS

Juman Al Qawasmi afirma que cresceu em meio ao extremismo, mas decidiu abandonar o islamismo após experiência espiritual

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📷: Reprodução/YouTube/CBN News

22/04/2026 ◦ Por: Andréia Nikely

Juman Al Qawasmi cresceu em um ambiente marcado pelo extremismo. Filha de um dos fundadores do Hamas, ela afirma que foi ensinada desde a infância a odiar judeus, cristãos e qualquer pessoa que não fizesse parte do grupo.

Criada no Catar e educada em escolas islâmicas, Juman conta que aprendeu que o Alcorão incentivava a violência contra judeus. Em 2002, ela se mudou para a Faixa de Gaza, onde se casou com um integrante do Hamas e passou a conviver de perto com a atuação do grupo.

Segundo ela, a realidade vivida na região foi decisiva para que começasse a questionar suas crenças. Juman relata ter presenciado episódios de violência, inclusive contra o próprio povo palestino, além de situações em que civis teriam sido colocados em risco.

Com o tempo, passou a duvidar da fé islâmica e iniciou uma busca pessoal por respostas espirituais. Em 2012, começou a orar pedindo para conhecer a verdade sobre Deus.

Dois anos depois, afirma ter vivido uma experiência que mudou sua vida. Em um sonho, diz ter visto Jesus, que se apresentou a ela pelo nome Yeshua e a tranquilizou. O episódio, segundo Juman, trouxe uma sensação de paz que ela nunca havia experimentado.

A partir disso, passou a pesquisar sobre o cristianismo na internet, entrou em contato com uma página cristã e começou a ler a Bíblia. Impactada com a mensagem, decidiu se converter.

Após a conversão, Juman se separou do marido e passou a viver sua fé de forma independente. Hoje, ela compartilha seu testemunho e faz críticas ao Hamas, acusando o grupo de explorar a população e desviar recursos destinados à reconstrução de Gaza.

Ela também afirma que o grupo utiliza civis como escudo humano e prioriza interesses de poder. Apesar de se identificar como palestina, declara reconhecer o direito dos judeus à terra e defende que, no passado, havia convivência pacífica entre os povos.

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